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22.12.09

Entrevista Mini Box Lunar


Logo após apresentação no Goiânia Noise 2009, Otto Ramos e Heluane, da banda Mini Box Lunar, gentilmente concederam uma entrevista para Over Música. Eles comentam a origem do grupo, com uma fala clássica (para este bolg) de Otto: O Mini Box já nasceu torto.... Heluane explica também de onde vêm as ideias para o visual que vestem ela e JJ, as duas vocalistas do Mini Box, além do trabalho do Coletivo Palafita no Amapá e suas ações integradas ao Circuito Fora do Eixo e as bandas da cena local.
Confira abaixo as vozes sensuais de Otto e Heluane.





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14.12.09

Cobertura Goiânia Noise 2009: segunda noite de shows no Martin Cererê

A segunda noite de shows do Goiânia Noise 2009, no Espaço Cultural Martin Cererê (28/11), marcou pelos históricos encontros no palco e, principalmente, pela variedade de bandas estrangeiras, vindas da Europa, EUA e América Latina.

Segunda banda a se apresentar, os quatro garotos do The Backbiters adiantaram o clima rock ´n roll que encheria o palco Pyguá naquele sábado nublado. The Backbiters é referência da nova (e boa) safra de bandas goianas, já que o seu primeiro disco cheio foi gravado no início deste ano (Backbiters). O quarteto faz um rock ´n roll com pegada e riffs elaborados, solos compactos, estridentes – e algo ressonante com o rock noventista dos Hellacopters e os vocais do Pearl Jam. A faixa “Ridiculous fame” encerrou o show, mas a melodia ficou grudada.




Mudando o clima total, o palco Yguá recebeu, direto do Amapá, o sexteto Mini Box Lunar. A banda foi um dos destaques da noite, com o seu rock amazônico, doce, marcante, irreverente e cheio de psicodelismo, típico dos Mutantes. Duas garotas, Heluana e Jenifer “JJ” formam a linha de frente e fazem os vocais do Mini Box, que tem ainda guitarra, baixo, bateria e um maestro lisérgico nos teclados, Otto Resende, que explicou: “O Mini Box Lunar já nasceu torto, o nome foi definido em um lugar importante para nós de Macapá, um local boêmio, histórico, que é o Largo dos Inocentes; já viemos com a proposta da banda, anos 60 e 70, mas focado na música brasileira dessa época”, contextualizou após o show.



Também de uma das pontas do País, de Santa Catarina, o Cassim & Barbária esbanjou o som que os levou para palcos distantes do Brasil. Em 2009 o grupo participou de festivais no Canadá e EUA. Na mala levaram o EP de cinco faixas, “Ready”, que serviu de base no Goiânia Noise. Com duas baterias no palco, experimentações eletrônicas, duas guitarras, muito lounge e uma iluminação fodida, foi a primeira a arrebatar os holofotes, sobretudo com “That Old Spell”.

Com os shows começando a lotar, a temparatura dos dois teatros elevou-se e a fila do caixa ficou insuportável. A longa espera fez as pessoas migrarem para o outro ponto de comes e bebes, ao norte do Martin Cererê. Lá também rolava uma feira, entre outros, de moda rock, retro, vinis, CDs e acessórios.

Representante latino da noite, os argentinos do Los Lotus alternaram entre o visceral e o empolgante, porém discreto. Embora cheio e bem cimentado, o som da banda não tem digamos, um diferencial.



Elemento que não falta, por exemplo, aos canadenses do GrimSkunk. Eles são apenas cinco, mas nem parece, tamanha bagunça que acontece lá em cima. É uma imensa mistura, rica, que passa pela canção cigana, ska, metal e uma energia que lembra os Móveis Coloniais de Acaju. Perto do final do show, uma das últimas músicas transformou-se numa tarantela-rock-frevo, que entusiasmou geral. Ainda houve tempo de dedicarem uma ao George Bush, claro, ironicamente.

O show seguinte possibilitou o primeiro célebre encontro do sábado. Os mineiros do Porcas Borboletas repetiram em Goiânia o show que fizeram em São Carlos , no 3º Festival Contato, com o paulista Paulo Patife. Se o concerto do Porcas Borboletas já é, por si só, repleto de momentos ápices, sonoridades e intervenções maluco-teatrais de Danislau e Enzo Banzo (os vocalistas), Patife deu o gás que faltava pra coisa transbordar. Haja transpiração. O Porcas Borboletas é hoje um grupo regional que responde como uma das principais bandas da cena independente nacional.




Da Suiça veio o trio mais cool da noite, mais do que peculiar. O Mama Rosin trouxe na bagagem, acordeão, uma bateria enxuta e diferenciada (sem por exemplo, prato de ataque), guitarra e banjo. Os três integrantes cantam, e como cantam. Misturam folk, com boogie boogie e rock raiz, formulando canções alegres, dançantes que remetem às origens do rock ´n roll, aquele que beira o country. Os vocais são bem curtos e o acordeão, bem presente, funciona muitas vezes como uma gaita. Showzasso.

E se o Mama Rosin parece flertar com o céu, não restam dúvidas de que os Mechanics vêm do inferno. “Era para o CD ter ficado pronto, mas não chegou; esse viado também quase não chega (apontando para um dos guitarristas); são 15 anos de Noise, 15 anos de Mechanics e 15 anos dessa maldição. Mas o que interessa é saber como se atravessa o fogo”, disparou o vocalista Márcio Jr. Antes de cada música, Márcio citava um verso, um improviso do que estaria por vir. “A gente faz música cheio de ódio e vontade de morrer”, falou antecedendo “Ódio”.

A banda dividiu o palco com as performances do Grupo Empreza (SP), composto por três homens nus e retalhos de pano branco por todo o corpo. Um deles estava suspenso, preso ao teto por uma corda, uma espécie de cadeira de pano, que se tornou o alvo da fúria infernal dos Mechanics. Márcio pegou o pedestal e usou-o para balançar o sujeito. Balançou tão forte que em dez minutos o rapaz desistiu e desceu.



Mas foi o Black Drawing Chalks que promoveu o encontro mais emblemático do Goiânia Noise 2009. Na quarta música, o vocalista dos Chalks, Vitor Rocha, convidou Chuck Hipolitho (ex-Forgotten Boys), que subiu e não desceu mais. “Eles fizeram o convite, aceitei na hora; há um, dois meses atrás, eles tocaram em São Paulo , me convidarem, fizemos uns ensaios e tocamos lá pra ver como ia ser”. E como foi Chuck? “Foi do caralho, eu estava há muito tempo fora do palco e é muito bom tocar”.
Duas músicas à frente, Fabrício Nobre foi intimado, cumprimentou os comparsas e disse à platéia: “não poderia recusar, essa banda é a menina dos meus olhos”. O som ficou bem alto, Chuck se revezou na bateria e nos vocais junto com Vítor Rocha e Nobre. Foi assim até o final. Estava realmente abafado ali dentro, mas na saída uma leve garoa caía, pra refrescar.



E finalmente, a banda conceitual do Goiânia Noise. Assim como nos anos anteriores, uma escolha estética e contemporânea, do cenário internacional. Acertaram em cheio: Dirty Projectors (foto capa). A banda é um furacão. Na verdade, aquela calmaria pós furacão.



O principal trunfo dos Projectos, ora dueto (“Two Doves”), música que abriu o show, quarteto (“Imagine it”), a segunda, ora quinteto, sexteto, trio... é justamente o fator de não se parecer com nada. É uma guitarra solada por sobre a outra, ora sem contra-baixo, ora sem guitarra, ora duas guitarras e teclados, e um coro de vozes, três femininas afiadas (outro diferencial) e uma masculina, (Dave) que chega a imitar teclados sintéticos, alternando momentos calmos com violência. A seqüência “Cannibal”, “Gimme”, “Rise”, “Thirsty” e “Temecula”, foi uma catarse. Depois de tanto rock na cabeça, um show de contato e estranhamento sonoro. Final digno de um grande festival, aliás.

A noite teve ainda show com as bandas Mugo, Vivendo do Ócio, Confronto, Evening e As Mercenárias.
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TOP 8 GOIÂNIA NOISE 2009
Dirty Projectors
The Name
Mama Rosin
Guiso
Detetives
Cassim & Barbária
GrimSkunk
Milocovik
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Over Música viajou a Goiânia independente, embora com hospedagem e almoço pagos pela produção do Goiânia Noise.

Crédito das fotos desta postagem: Gabriel Ruiz.

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10.12.09

Cobertura Goiânia Noise 2009: primeira noite de shows no Martin Cererê

Se na noite anterior (quinta 26/11), os shows invadiram as casas noturnas de Goiânia, no fim de semana o Goiânia Noise volta ao seu lar: os palcos Pyguá e Yguá do Espaço Cultural Martin Cererê. Com mais de oito horas de música, o festival começa a esquentar. MQN e Walverdes tocaram no mesmo palco e os Móveis Coloniais de Acaju encerraram a noite. Ao fim, as pessoas saíam encharcadas, acompanhe.

Com três integrantes menores de idade e sem disco lançado, o quarteto Hellbanguers fez um showzasso de abertura na noite de sexta-feira (27/11). O Melda subiu na sequência - um projeto de monobanda idealizado por Claudio Vieira, o Claudão – com um repertório mais pesado, como o músico havia explicado antes do show: “Preparei um repertório mais rock e falando muita merda, o pessoal aqui gosta!”, diverte-se.

Rinoceronte, que se apresentou na semana anterior no Festival Demo Sul em Londrina, tocou pela primeira vez no Noise e mostrou o trabalho do disco recém lançado na web, através do Compacto.REC, com músicas calcadas num rock ´n roll setentista.  O som do palco, caiu como uma luva para o Rinoceronte: pesado como o som da banda é.



O palco Pyguá ainda estava vazio quando Fabrício Nobre comentou o Volver, também primeira vez no Festival: “é uma dessas bandas que eu mais gosto”. Com clara influência de Los Hermanos, o Volver trouxe uma apresentação mais roqueira (que há de algum tempo), com guitarras raivosas, sobre bases aparentemente leves. Rolou também muita interação com a platéia, que se debruçava e cantava junto, como em “Pra Deus implorar”, entoada em coro. “Com o passar dos anos o som foi ficando mais pesadão, acho que diminuiu em velocidade e ganhou em peso”, explicou o vocalista do Volver Bruno Souto, logo após o show.




Aumentando a dose dançante da noite, a paulistana Milocovik misturando rock com bases dançantes, eufóricas, tocou em seguida. Se fosse num horário mais tardio, teria transformado o teatro Yguá em uma pista de dança, por exemplo, com os riffs de “perro negro”. O vocalista Toni diz que a sonoridade da banda vem do estômago e que fizeram “uma co-produção entre a banda e o Rick Azevedo, para trabalhar uma textura que é meio difícil de ser entendida aqui no Brasil”, explicou.




Primeira atração internacional a pisar num dos palcos do Martin Cererê, a chilena Guiso faz um som punk-hard-rock, que lembra o MC5. Um dos destaques da noite, o Guiso tem a simpática Bernadita Martinez (que toca sem palheta) no baixo, cuja performance rocker, arrancou elogios, inclusive de Martin Atkins, escritor e professor norte-americano, que produziu o livro Tour: Smart, uma bíblia para bandas que desejam cair na estrada. Atrás de Bernardita, Alvaro, o baterista, deixou o palco em sopa, extasiado. Alvaro é um empreendedor do rock chileno, abriu o selo Algo Records, justamente para abrigar bandas que não tinham espaço na cena chilena. Hoje o selo tem dez bandas.

Mais tarde, uma orquestra do rock (foto capa), composta por sete músicos, trouxe o caos e a violência ao Pyguá. Do meio do show em diante, era impossível permanecer à frente do palco. O trio do Walverdes somou-se ao MQN, inclusive com duas baterias sobre o palco. O clima ficou quente quando Fabrício Nobre anunciou “Buzz in my head”. Aí, começou outro festival: banhos e mais banhos de cerveja. Quem encharcou primeiro, começando pela cabeça, foi o vocalista-guitarrista dos Walverdes, Gustavo Mini. Sobrou até para a platéia, claro.



“Cold Queen” do MQN fudeu geral, como você pode reparar acima no clique de Hick Duarte. E após ela, Nobre queria mais: “Aumenta o som aí, vamos colocar mais uma bateria?”. Com apenas dois ensaios juntos, as bandas mandaram dois covers, “os mais óbvios do mundo”, segundo o vocal do MQN: “Sweet Leaf”, do Black Sabbath e “Breed”, do Nirvana. Nem pulei, mas sai molhado. De cerveja talvez.

E se pouco suor no Martin Cererê é besteira, vieram os Móveis Coloniais de Acaju para, literalmente, melar corpos, barbas, roupas, mãos, instrumentos e colocar a galera pra bailar. Além dos nove músicos, Bocato foi convidado para animar ainda mais a tradicional festa dos Móveis. “É legal que uma música de três minutos vira dez, entramos na onda do Bocato de improviso, muito vibrante”, comentou Esdras Nogueira antes do show no Noise. Teve gente que vibrou tanto que acabou passando mal, precisando sair às pressas. No fim, além da tradicional ciranda que a banda induz, o integrante Xande, foi erguido (foto), numa espécie de mosh pelas costas, com o instrumento empunhado.




A noite teve ainda as bandas Devotos, Vivendo do Ócio, Punch e Sattiva. O show do Supersuckers (USA) foi cancelado. Parece que os norte-americanos tiveram problemas com o visto.
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*Fotos: para saber crédito e legendas passe o mouse sobre as fotos.

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2.12.09

Cobertura Goiânia Noise 2009: o início dos 15, invadindo a cidade


Além das apresentações de dezenas de bandas, o Goiânia Noise Festival 2009 extrapolou os limites da música. Teve mostra de cinema, exposição de artes, reunindo artistas plásticos de todo o País e a 2ª Conferência Brasil Central Music, que trouxe ícones mundiais para discutir o mercado, o processo e a produção musical do setor independente.

Esse novo formato adotado – aliás, que espalhou atrações em vários pontos da capital goiana – deve perdurar nas próximas edições. Bares, teatro, galeria de arte, sala de cinema, hotéis e o lendário Espaço Cultural Martin Cererê, receberam o Festival. “Está dando muito certo e provavelmente faremos assim no ano que vem também”, disse um dos produtores do Festival, Fabrício Nobre, durante a noite de quinta-feira (26/11).

Se os festivais nacionais geralmente apresentam artistas de várias regiões do Brasil, no Goiânia Noise, essas bandas colam de diversas partes do mundo: Suiça, Argentina, Canadá, Chile e EUA. E como fez nos dois anos anteriores, trazendo bandas conceituais como Battles (2007) ou Black Mountain (2008), este ano foi a vez de Dirty Projectors aterrissar em Goiânia.

No apagar das 15 velinhas, muitos encontros da música, pessoas, lugares e, sobretudo, shows fodões. A partir de agora e nos textos a seguir, você vai saber como foi (e porque é) o Goiânia Noise 2009, possivelmente o festival independente mais significante do País.

Quinta (26/11): Noise primeiro
A segunda noite de shows do Noise colocou seis artistas para tocar, Johnny Suxxx and Fucking Boys, Detetives e Ricardo Koctus no Bolshoi; e Bang Bang Babies, Sapatos Bicolores e The Name, no Metrópolis. Graças à agilidade da produção (que nos transportou velozmente), pulamos de uma balada para a outra e conseguimos conciliar três bandas legais: Johnny Suxxx and Fucking Boys, Detetives e The Name.

O Johnny Suxxx é uma das várias bandas legais de Goiânia, pegada hard rock e visual glam, a exemplo do vocalista, João Lucas, que vestia uma bela calça estilo zebra. Foi ele, inclusive, que deu a deixa para Os Detetives entrarem: “fiquem aí, é uma bandassa”. O repertório dos Detetives trouxe três músicas de cada disco, as mais roqueiras, segundo o baixista do trio, Fernando Papassolo. Entre elas “Hotel Berlim” e a ótima “Fantasmas”, do disco novo (o terceiro), que já está praticamente pronto, mas previsto para 2010. (Ouça a entrevista sobre o disco)



Do Bolshoi, pub estiloso, com bancos que imitam assentos de couro, quadros de ícones do rock, cervejas de diversas partes do mundo, sanduíches a R$20 e um som de altíssima qualidade, rumamos para o Metrópolis, um pico bem parecido com uma festa de república.

Os The Name preparavam-se para começar o show. A banda faz um pós-punk dançante, que ganha ainda mais peso no palco. Num clima “inferninho”, repertório baseado nos EPs “Assonance” e “You Want it Back Now,”o trio fez um dos melhores shows do Noise. “Chegamos lá, um puta calor, palco pequeno, a galera bem junto, é o ideal pra gente, isso ajudou pra caramba, ficamos soltos”, disse o guitar e voz do The Name, Andy, que tem ainda Molinari no baixo e Alves, na bateria.

Quem também se soltou foi Vitor Rocha, vocal do Black Drawing Chalks, que subiu e tocou com o trio duas ou três músicas. Outro que soltou, as baquetas foi Alvez. Antes do bis, o baterista ficou tomado, quebrou uma baqueta espancando a bateria e quando a outra escapou, ele usou as mãos, simplesmente não parava. Mas era a última. Veio o bis. Novas baquetas e mais duas músicas, três e meia da matina. Discotecagem.

Depois do show, o Andy contou que a banda fará uma tour pelo Sul do País, começando no dia 4 de fevereiro e vai até o fim do mês. Vão passar por Londrina, Maringá, Curitiba, Blumenau, Joenvile, Bauru e outras cidades. “Estamos produzindo um material novo e a ideia é levar esse material já para essa turnê no Sul”.

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25.11.09

Over Música na cobertura do XV Goiânia Noise Festival



Geralmente concentrado em três noites roqueiras, este ano a 15ª edição do Goiânia Noise Festival decidiu inovar: espalhou as atrações por toda a capital de goiana. O Festival acontece de 23 a 29 de novembro, trazendo shows em oito lugares distintos, uma mostra de cinema e uma exposição de artes, além de palestras e debates.

Já estamos (Gabriel + Luccas Barrossa) em Goiânia para a cobertura do debut do Noise, acompanhe a partir de amanhã, quinta, 26/09.

Veja a programação musical do 15º Goiânia Noise Festival:

25/11 (quarta-feira)
- Local: Teatro Madre Esperança Garrido (Colégio Santo Agostinho)

22h00 - Hermeto Pascoal e Grupo (SP)
21h15 - Vida Seca (GO) – foyer do teatro
20h30 - Juraildez da Cruz (GO)

- Local: Fiction Club

01h00 - Vamoz (PE)
00h15 - The Soundscapes (SP/USA)
23h30 - Motherfish (GO)

DJ Sets:
01h40 - MzK (SP)
00h20 - Paul Jones – Rough Trade (UK)
23h00 - Miranda (SP)

- Local: Capim Pub

- Os Cabeloduro (DF)
23h15 - Leptospirose (SP)
22h30 - Ressonância Mórfica (GO)
21h45 - HC 137 (GO)
21h00 - Señores (GO)

26/11 (quinta-feira)
- Local: Teatro do Centro Cultural Goiânia Ouro

22h00 - Siba (PE) + Roberto Corrêa (DF)
21h00 - Cega Machado (GO)

- Local: Bolshoi Pub

01h00 - Ricardo Koctus (MG)
00h15 - Detetives (SP)
23h30 - Johnny Suxxx and Fucking Boys (GO)

- Local: Metrópolis

01h00 - The Name (SP)
00h15 - Sapatos  Bicolores (DF)
23h00 - Bang Bang Babies (GO)

Dia 27/11 (sexta-feira)
- Local: Centro Cultural Martim Cererê

Palco Pyguá
01h10 - Supersuckers (USA)
00h00 - MQN (GO) + Walverdes (RS)
23h00 - Guizo (Chile)
22h00 - Punch (GO)
21h00 - Volver (PE)
20h00 - Seletiva Petrobras nas Ondas do Rock
19h00 - Sattva (GO)

Palco Yguá
00h30 - Móveis Coloniais de Acaju (DF) + Bocato (SP)
23h30 - Think About Life (CAN)
22h30 - Devotos (PE)
21h30 - Vivendo do Ócio (BA)
20h30 - Rinoceronte (RS)
19h30 - O Melda (MG)
18h30 - Hellbenders (GO)

Dia 28/11 (sábado)
- Local: Centro Cultural Martim Cererê

Palco Pyguá
01h10 - Dirty Projectors (USA)
00h00 - Black Drawing Chalks (GO) + Chuck Hipholito (SP)
23h00 - Mama Rosin (Suíça)
22h00 - Porcas Borboletas (MG) + Paulo Patife (SP)
21h00 - Los Lótus (ARG)
20h00 - Mugo (GO)
19h00 - The Backbiters (GO)

Palco Yguá
00h30 - As Mercenárias (SP)
23h30 - Mechanics (GO)
22h30 - Confronto
21h30 - GrimSkunk (Canadá)
20h30 - Cassin & Barbaria (SC)
19h30 - Mini Box Lunar (AP)
18h30 - Evening  (GO)

Dia 29/11 (domingo)
- Local: Centro Cultural Martim Cererê
entrada franca

Palco Pyguá
00h10 - Diego de Moraes e o Sindicato (GO) + Astronauta Pingüim (RS)
23h00 - Violins (GO)
22h00 - Domá da Conceição (GO)
21h00 - Barfly (GO)
20h00 - Naquele Tempo (GO)
19h00 - Torre de Jamel (GO)
18h00 - Seletiva Brasil Central Music

Palco Yguá
23h30 - Terrorista da Palavra (GO) + Jorge Mautner (SP)
22h30 - Umbando (GO)
21h30 - Grace Carvalho (GO)
20h30 - Gloom (GO)
19h30 - Cine Capri (GO)
18h30 - Hot and Hard Co. (GO)
17h30 - Seletiva Brasil Central Music

- Local: Centro Comunitário do Goiânia Viva

Palco Hip Hop
21h00 - Face a Face (GO)
20h30 - Ivo Mamona (GO)
20h00 - Soldados Urbanos (GO)
19h30 - Reverso da Moeda (GO)
19h00 - Linha Dura (MT)
18h30 - U Plano (GO)
18h00 - Eko (GO)

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